quarta-feira, 18 de julho de 2012

Clubes não são os únicos seduzidos pelas propostas

Quando um dirigente é chamado de incompetente ou até de mercenário por vender um jogador, este cidadão é tomado por uma revolta em função da injustiça que, na maioria das vezes, é cometida. O caso da venda do Oscar, por exemplo. Descontado o fato do Inter precisar do bom dinheiro que entrará nos cofres que vai ajudar a arcar com a altíssima folha salarial do clube, do dinheiro que já foi investido para trazer jogadores de expressão como é o caso do uruguaio Forlán (cite-se, o jogador foi trazido anteriormente à venda de Oscar), os direitos do jogador que também pertencem a investidores (estes sim, com interesse apenas no retorno financeiro), há ainda a vontade do atleta. Amigos, convenhamos, jogar grandes competições europeias em um time competitivo, morando numa cidade com altíssima qualidade de vida e, ainda, recebendo um salário astronômico, não é atraente? Refletamos.